sábado, 9 de novembro de 2013

CUIDADO COM OS GASTOS

                                                     
Quem não consume?
Todos nós consumimos.
Quem consome exageradamente?
Quem consome sem pensar que amanhã terá que consumir mais?
Todos nós dependemos do consumo para benefício próprio como: Roupas, sapatos, bebidas e comidas, isso é o básico para um cidadão estar apresentável à sociedade. Este é o consumidor. Que se encaixam nesta categoria, são todos que compram conforme sua necessidade. O consumista é aquele que compra por uma certa "compulsão ou impulso" é aquele que compra diversas coisas sem a menor necessidade e exagera sem o menor arrependimento no momento, pensando que isto lhe faz bem, porém, nos dias que se seguem este, pára e se pergunta: Por que eu comprei isto, não me serve ou, eu não gostei tanto assim? Quantas vezes compramos sem a menor necessidade e depois nos arrependemos? Porém, depois que a compra é gerada não há tanto mais a se fazer, o correto é fazer um planejamento de consumo, ou lista de necessidades antes de irmos às compras. Esse método se baseá na valorização da sua renda e em uma organização de consumo. Para que estipule as diretrizes de suas necessidades básicas. Não deixe passar de consumo para consumismo, já que o consumo é baseado para um bem estar e o consumismo te gera dívidas de produtos diversos que foram adquiridos sem planejamento, já que comprou exageradamente. Sem o planejamento de consumo você acaba cedendo a tentação das vitrines. Afinal o país capitalista oferece todos os recursos de marketing entre outros para induzir e seduzir o cidadão ao consumismo mesmo não oferecendo verba suficiente para o mesmo. Tenha cuidado ao comprar, exija seus direitos de cidadão consumidor e compre apenas por necessidade e não por impulso ou vontades momentâneas. Seja um consumidor não um consumista.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Momento pipoca: Os delírios de consumo de Becky Bloom


“Rebecca sou eu. São minhas irmãs. São todas as minhas amigas que já saíram para comprar um chocolate e voltaram para casa com um par de botas. Rebecca é todas as mulheres (e homens) que já se viram parados diante de uma vitrine e souberam, com certeza absoluta, que precisavam comprar aquele casaco e… ai, meu Deus, calças que combinassem com ele!” Sophie Kinsella

Confessions of a Shopaholic (No Brasil:
Os delírios de consumo de Becky Bloom) é o primeiro de uma série de cinco livros sobre Rebecca Bloomwood, uma jornalista especializada na área de finanças e em banhos de loja. Apesar de trabalhar no ramo financeiro, a garota nada entende de economia. Seu know-how é ir a shoppings torrar as últimas cifras dos cartões de crédito, enrolar credores e rebolar pra quitar as dívidas. A obra escrita por Sophie Kinsella veio ao Brasil com o título Os delírios de consumo de Becky Bloom.

Com o mesmo nome do livro, o filme é estrelado por Isla Fisher que dá vida a compulsiva Becky Bloom. Apaixonada por compras, a única ambição da garota, além de flertar as vitrines de Nova York, é trabalhar na revista de moda Alette, sonho que alimenta desde criança. Para chegar lá, ela é aconselhada a pegar um atalho numa publicação de economia chefiada pelo ambicioso Luke Brandon (Hugh Dancy). A espontaneidade do texto de Becky encanta o editor que a contrata na tentativa de tornar a revista atrativa para o consumidor médio. O charme casual e o sotaque britânico carregado de Brandon tornam a atração recíproca - e todo mundo sabe no que isso vai dar…

Em pouco tempo, a coluna assinada pela “garota da echarpe verde”, faz sucesso no mercado. Embora forneça dicas valiosas sobre finanças e o uso correto do cartão de crédito, o saldo bancário de Becky Bloom continua no vermelho. Sua situação piora ainda mais quando passa a ser perseguida por um credor implacável que não medirá esforços pra cortas as asas da mocinha. 



Assista o trailler: 



http://www.youtube.com/v/LjQ7hMbfEDw?version=3&autohide=1&showinfo=1&feature=share&autoplay=1&autohide=1&attribution_tag=CAB2eAAC_0H4u7tXBnCOg


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Alienação Consumista

A alienação é a principal dimensão do consumismo, está na base da compra desvinculada da necessidade e do desconhecimento em relação ao valor de compra e de uso.
 (Juliana Spinelli Ferrari - Colaboradora Brasil Escola)

O consumismo exagerado torna o indivíduo obcecado por mais e mais, levando-o ao extremo, sem dar conta do que seja necessário para a provisão real de sua carência. Essa prática se faz alienável quando não percebido pelo próprio indivíduo e perceptível aos próximos de convívio coletivo, familiar ou social.

.

Eles gastam muito!


Com um apetite consumista maior que o da média da população, o jovem brasileiro sabe onde quer gastar e ainda influencia as compras da família

 
São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. Um estudo realizado com garotas e rapazes de nove países mostra que no Brasil sete em cada dez jovens afirmam gostar de fazer compras. Desse grupo de brasileiros, quatro foram ainda mais longe – disseram ter grande interesse pelo assunto. O resultado da pesquisa, que tomou como base um trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Is the Future Yours? (O Futuro É Seu?), foi significativo: os brasileiros ficaram em primeiríssimo lugar no ranking desse quesito, deixando para trás franceses, japoneses, argentinos, australianos, italianos, indianos, americanos e mexicanos. Ou seja, vai gostar de consumir assim lá no shopping center.

E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ipsos-Marplan, constatou que 37% dos jovens fazem compras em shoppings, contra 33% dos adultos. Nem sempre os mais novos adquirem produtos mais caros, mas, proporcionalmente, têm maior afinidade com as vitrines. A lista de vantagens dos adolescentes sobre outros públicos é de tirar o fôlego: eles vão mais vezes ao cinema, viajam com maior frequência, compram mais tênis, gostam mais de roupas de grife – mais caras que as similares sem marca famosa –, consomem mais produtos diet, têm mais computadores, assistem a mais DVDs e vídeos e, só para terminar, são mais vorazes na hora de abocanhar balas, chicletes e lanches. Não é à toa que a falência antes do fim do mês é maior entre os jovens: invariavelmente atinge quase a metade deles, que estoura a mesada ou o salário.
O poder dos adolescentes sobre o mercado vai mais longe ainda, mesmo que eles não dêem a mínima para abstrações como "mercado". Costumam, por exemplo, aparecer com mais assiduidade no balcão. Pessoas com menos de 25 anos trocam de aparelho celular uma vez por ano (as mais velhas, a cada dois anos). Em relação às bicicletas, só para citar mais um exemplo, a situação é semelhante. Os adolescentes não são os maiores compradores do setor, mas aposentam uma bike a cada quatro anos. Os mais velhos só mudam de selim de sete em sete anos. Diante de tantas evidências, não causa surpresa que o gasto médio das famílias brasileiras seja maior nas casas em que moram adolescentes de 13 a 17 anos. Nesses domínios, a lista dos cinco produtos mais consumidos traz, em primeiro lugar, o leite longa vida. Depois vêm os refrigerantes. Nos lares com jovens entre 18 e 24 anos, a hierarquia é surpreendente. O refrigerante lidera o ranking, seguido por leite, óleo vegetal, cerveja e café torrado – o que explica o fato de a Coca-Cola ter no Brasil seu terceiro maior mercado em todo o mundo. 

O poder de consumo dos jovens é um filão que anima vários setores da economia. Há em curso uma corrida para conquistar o coração dessa rapaziada (e o bolso dos pais). As grandes marcas desenvolvem estratégias milionárias para tornar esse público fiel desde já. A maior parte do que se produz no mercado publicitário, que movimenta 13 bilhões de reais por ano, tem como alvo a parcela de 28 milhões de brasileiros com idade entre 15 e 22 anos. É esse grupo que fornece boa parte do ideário da propaganda, enchendo os anúncios com mensagens de liberdade e desprendimento. Mostra-se extraordinária também a influência que essa molecada exerce sobre as compras da família. Oito em cada dez aparelhos de som só saem das lojas a partir do aval da ala jovem do lar. A fabricante de eletrodomésticos Arno não faz nada sem pensar nos mais novos, pois, na comum ausência das mamães trabalhadoras, é a garotada quem usa espremedores de fruta, tostadores de pão, sanduicheiras e liquidificadores. "Hoje, vendemos tanto para os filhos como para as donas-de-casa", conta Mauro de Almeida, gerente de comunicação da Arno, que mantém duas escolinhas de gourmet para cativar consumidores desde a pré-adolescência.
Essa influência é exercida já em tenra idade. Nos dias de hoje, um indivíduo é considerado consumidor aos 6 anos. Nesse momento as crianças começam a ser ouvidas na hora de tirar um produto das prateleiras do supermercado. Para cada dez crianças de até 13 anos, sete pedem itens específicos às mães. O poder jovem também se nota na hora de esvaziar o carrinho no caixa. Um quarto do que é registrado foi pedido pela garotada. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão. Pois é, eles aprenderam e decidem o que comprar por nós", ironiza Rita Almeida, especialista em tendências e hábitos de consumo de adolescentes da agência de propaganda AlmapBBDO.


 

domingo, 3 de novembro de 2013

Trabalho, Consumo e Consumismo


Criança - A alma do negócio



Este documentário mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Direção Estela Renner
Produção Executiva Marcos Nisti
Maria Farinha Produções

Queridas(os), o vídeo é extenso, porém, vale muito a pena assistir. Engloba depoimentos de profissionais importantes de diversas áreas relacionadas e ainda apresenta estatísticas alarmantes. Assisti e confesso que agora estarei mais atenta aos comerciais com produtos direcionados ao público infantil.Quem já é mãe, com certeza irá se identificar e ver como é comum certas atitudes das crianças em relação ao consumo, quem ainda não teve filhos, relembrará a infância e constatará diversas diferenças e também similaridades. Na verdade todos nós já fomos crianças, em diferentes épocas,e podemos comparar as crianças de hoje, com as de outras épocas. 

Comentem!!!

Consumo e Consumismo: Qual a diferença?

Pra começo de conversa gostaríamos de esclarecer as diferenças entre os conceitos de consumo e consumismo. Muitas vezes, nas conversas cotidianas, confundimos essas duas palavrinhas, atribuindo a elas o mesmo sentido.

De acordo com o site InfoEscola (http://www.infoescola.com/psicologia/consumismo/), o consumismo é uma compulsão que leva o indivíduo a comprar de forma ilimitada e sem necessidade bens, mercadorias e/ou serviços. Ele se deixa influenciar excessivamente pela mídia, o que é comum em um sistema dominado pelas preocupações de ordem material, na qual os apelos do capitalismo calam fundo na mente humana. Não é à toa que o universo contemporâneo no qual habitamos é conhecido como “sociedade de consumo”. 

O consumista atua muitas vezes movido por distúrbios emocionais e psicológicos, ou por motivações sócio-econômicas, como uma espécie de compensação pela frieza do convívio social, pela carência financeira, por uma auto-estima deteriorada, e por tantas outras razões. Já no conceito de consumo, de acordo com o site Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumismo),  as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário. Ou seja, o consumo é feito de forma equilibrada e consciente, visando suprir as necessidades do indivíduo.

É importante salientar que todos nós, como seres humanos, já  compramos produtos desnecessários, influenciados pelas propagandas e as liquidações, que volta e meia nos fazem sucumbir ao desejo de comprar. Esse tipo de ação é inofensiva até certo ponto. Quando começamos a nos endividar, comprar para suprir necessidades psicológicas, em outras palavras, quando consumir se torna um vício, uma compulsão, precisamos encarar de outra forma. Esse tipo de distúrbio é sério e precisa ser tratado como doença, que traz consequências cruéis para a vida.